Argila verde terapêutica



A argila foi uma das primeiras formas de tratamento da medicina natural. Relatos históricos descrevem o uso da argila em civilizações antigas egípcia, grega, romana, árabe, chinesa e indiana. Tal utilidade deve-se a capacidade de atingir a área do corpo onde é mais necessária sem agredir os tecidos saudáveis.


É um produto de origem terrosa formada por partículas cristalinas e granulações de silicatos de alumínio hidratados. Podemos encontrar também argilas com a presença de inúmeros oligoelementos como titânio, magnésio, cobre, zinco, cálcio, potássio, níquel, manganês, lítio, sódio e ferro.


Quando a argila tem suas partículas hidratadas, devido à adsorção de íons, torna-se eletricamente carregada e tem sua potencia aumentada, quanto mais exposta ao ar, água da chuva e, principalmente, ao sol, pois tem uma grande capacidade de armazenar a energia de outros elementos.


A argila pode apresentar-se em diversas cores (verde, branca, rosa, amarela), que são conferidas pela característica do solo de origem, bem como pelos elementos presentes em cada tipo. Por esse motivo, cada cor possui uma particularidade de aplicação no propósito terapêutico.

A argila verde deve a sua coloração à presença de óxido de ferro associado a magnésio, cálcio, potássio, manganês, fósforo, zinco, alumínio, silício, cobre, selênio, cobalto e molibdénio. Possui ação emoliente, anti-inflamatória, antimicrobiana, bactericida, analgésica, revitalizante, desintoxicante e antiedematosa.


Por sua propriedade absorvente é utilizada na Massagem Atlante©, aplicada em algumas áreas do corpo, para auxiliar no processo de eliminação de densidades nas células, decorrentes de memórias de dor e de trauma.


Referências

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